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A versão.

Atualizado: Abr 21

- Eu não defendi o Palmeiras, disse o jogador do Corinthians após fazer discurso de pé sobre uma pick-up, rodeado de centenas de pessoas vestidas com a camisa do Palestra, que seguravam faixas onde se lia "Nós somos Campeões do Mundo", "Morte aos Gambás" e "Intervenção Militar Já com a Leila da Crefisa no Poder".


- Eu não defendi a morte de negros, disse o texano após fazer discurso de pé sobre uma pick-up, rodeado de centenas de pessoas vestidas com roupas da Ku-Klux-Klan, que seguravam tochas de fogo e faixas onde se lia "Negro bom é negro morto", "Morte aos Negros", e "Intervenção Militar Já com a Ku-Klux-Klan no Poder".


- Eu não defendi a eugenia nem a perseguição aos judeus, disse o careca forte, mal-encarado e armado com uma Glock, após fazer discurso de pé sobre uma pick-up, rodeado de centenas de pessoas vestidas com uniformes da SS, que seguravam faixas onde se viam suásticas de diferentes tamanhos e se lia "Nós Vamos invadir e dominar o Mundo", "Morte aos Judeus e aos aleijados inúteis" e "Intervenção Militar Já com o Partido Neo-Nazista no Poder".


- Eu não defendi o crime organizado, disse o Juiz de Direito após fazer discurso de pé sobre uma pick-up, rodeado de centenas de traficantes empunhando metralhadoras e atirando para o alto, enquanto seguravam faixas onde se lia "Nós o Tráfico", "Morte Geral à Polícia Bandida" e "Intervenção Miliciana Já com Marcola no Poder".


- Eu não defendi o golpe militar, nem o fechamento do STF e do Congresso, disse Bolsonaro após fazer discurso de pé sobre uma pick-up, rodeado de centenas de pessoas com camisas da seleção brasileira, que seguravam faixas onde se lia "Fechem o STF e o Congresso", "Morte ao Maia" e "Intervenção Militar Já com Bolsonaro no Poder".







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