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Bolsonaro, Russomano e o vibrador.


Vibrador também pode ser método anticoncepcional. Se a mãe do Bolsonaro tivesse usado – no caso, ao invés de copular, o que, evidentemente, está longe de ser questão de causa e efeito – talvez ele não tivesse nascido. Tivesse o pai dele usado, em si mesmo no caso, aí talvez fosse até mais garantido que o piroca-da-cabeça não tivesse nascido. Ou que, pelo menos, ajudado por seu pai, ele tivesse resolvido seus problemas concernentes à liberdade no uso do ânus alheio de maneira totalmente diferente da atual.

Isso teria feito dele, certamente, uma pessoa um pouco menos pior e, nesse caso, talvez tivesse chegado menos pior à presidência da República.

Ou nem tivesse chegado a ela, já que ele está lá, graças ao que tem de pior. Seguindo o raciocínio, na hipótese de ele simplesmente não ter nascido, então também os delinquentes que usam seu sobrenome, que comem seu leite condensado e imitam seu gesto de fazer arminha com os dedos, teriam virado óvulos descartados no lixo eterno do sexo não consumado. Nós nunca teríamos ouvido falar em família miliciana, nunca teríamos visto a imagem do Brasil ser corrompida na ONU por um primata que sequer sabe ler um texto escrito em letras garrafais num teleprompter à prova de analfabetos, nem nunca teríamos sido sujeitados à condição de termos o pior governo negacionista responsável pelo pior enfrentamento da crise do Coronavírus no mundo. Inexistindo o seu conjunto de átomos, células, dna, fluidos, órgãos internos, ossos, carne e pele, então a não-pessoa não poderia ter sido eleita. E não tendo sido eleita, então nós teríamos outro (ou outra) idiota no poder – o que é de praxe – sobre o ou a qual residiria a esperança de que ele ou ela fosse, ao menos, algum representante da classe dos homo-sapiens. Nunca o elo perdido. Por outro lado, lá no lar doce lar dos Russomano, houvessem seus pais usado ou não, em si, nos outros, um no outro, na boca, no sovaco ou nas orelhas, o tal do vibrador, o risco do filhote do atraso reacionário, o patético apresentador de tevê que fez a carreira oportunizando a morte da esposa por meningite, estaria restrito às suas outras fracassadas tentativas de se eleger em eleições majoritárias. Seria apenas mais um desses amigos de pastor evangélico, seguidor de ultra-direitistas ladrões como Maluf, Pita, Fleury, essa escória que conhecemos bem. Porque quem deu sobrevida ao semimorto foi justamente o mito nascido e criado por pais sem camisinha ou sem vibrador – no mínimo. E não havendo o primeiro, não haveria o risco iminente do segundo se eleger: coisa bastante mais provável – quase certa de acontecer agora. Entenderam porque a Angélica estava absolutamente certa quando disse que "vibrador é vida"? Anticoncepcional também seria, claro. Mas não tem uso recreativo adicional.

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