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Doe um coração.

A gente escreve um texto com amor às letras e a você que nos lê.

Fica ansioso pensando se você vai gostar, vai comentar, vai repercutir.

Aí você lê e vai embora?

Não deixa nem um recadinho?

Nem um clique no coraçãozinho?

Que isso, pessoa?

Você não tem mesmo coração, é isso?

Poxa, a gente também tem sentimento.

A gente é carente, tem temores, manias de rejeição, sentimentos de não-pertencimento, complexo de não aceitação social, pior: medo de não passar mesmo de impostor.

Cada texto aqui foi feito com carinho, com pretensões euclydianas, gracilianas, guimarãescenas e, mesmo que seja ruim, merece um gesto de apoio, de solidariedade, caridade que seja.

Então, lembre-se disso na próxima vez que você ler um desses textinhos por aqui.

Não custa nada, antes de ir embora, você doar um coração, clicando ali do ladinho.

Doar olhos também é legal, mas veja (sem trocadilho), quanto mais visualização, mais discrepância demonstra em relação aos coraçõezinhos não clicados.

Só aprofunda a desigualdade.

Enfim, fica aqui o nosso apelo.

Doe olhos, mas doe corações vermelhinhos feito moranguinhos selvagens para nós.

Nós agradecemos.

E aguardamos, de corações apertadinhos.

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