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Fora Eleitores.

Lula ficou no governo de 1 de janeiro de 2003 até 31 de dezembro de 2010.

Nesse período, o PIB brasileiro apresentou um crescimento de 32,62%.

Mais ou menos 4% ao ano.

Ao mesmo tempo, de 2006 até 2016, o governo Lula/Dilma instituiu a maior rede de corrupção de que se tem notícia no mundo moderno.

De 2003 até 2005, antes do Mensalão ser descoberto, até que as coisas pareciam ir bem.

Aí desandou.

Impuseram uma espécie de "corrupção ideológica".

Vamos roubar das empresas públicas, das empreiteiras, da Petrobras, para pagar deputados que aprovarão nossos projetos e, assim, nos perpetuaremos no poder.

E aprovar esses projetos era fundamental, porque toda a rede assistencialista que o PT criou não parava em pé se não houvesse... mais assistencialismo.

Ou seja, uma enorme Bolsa Perpetuação era necessária para manter os projetos já criados.

Pouco importa, na prática, para onde vai o dinheiro da corrupção.

Corrupção é corrupção e ponto final.

Mas boa parte dos eleitores desse país nunca entendeu esse mecanismo.

Aqueles que dizem "Lula Ladrão" simplificam esse complexo mecanismo de "distribuição de renda" que o PT criou.

Essa Corruptocracia foi personificada em Lula e todos os corruptos do Congresso receberam salvo conduto no discurso que elegeu Bolsonaro.

Deu no que deu e todo mundo já sabe.

Dilma caiu, Lula foi preso.

O Mensalão, afinal de contas, foi um crime muito mais grave que o Triplex.

Zé Dirceu muito mais canalha do que Dilma.

Mas isso não importava na Cruzada Bolsonarista.

Como também não importava seu discurso historicamente fascista, sua incompetência ao longo de 29 anos como deputado ou sua flagrante ligação com as milícias.

O que importava, mesmo, era banir a esquerda do poder, porque na retórica bolsonarista o PT provou que esquerda e corrupção são sinônimos.