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Mulheres Ricas

Atualizado: 6 de Jul de 2020

- Réloooooou, réloooooou... Eu vim aqui no palácio rever minha amiga, a primeira dama Bia Doria. Réloooooooou, Biaaaaa!


- Uhuuuuu, rélooooou Val queridona! Que bom ter você aqui. Vamos tirar as máscaras?


- Ué, eu já estou sem. A minha caiu há muito tempo, há, há, há. Dá um rélooooou aqui com o pezinho, dá, mas cuidado pra não arranhar meu Louboutin.


- Os nossos, né? Que saudade de você, Val. Essa pandemia, nossos salões fechados, esse isolamento... Se bem que você já estava preparada depois de ter vivido aquele confinamento do reality Mulheres Ricas, né?


- Ahhh Bia, a participação da Narcisa Tamborindeguy potencializou a minha solidão. Entããããão, deixando de lado as mulheres ricas, vamos falar de gente pobre, vamos?


- Uhuuuu! Sim. Amoooo! Vamos começar por quem? Diz aí um nome.


- Aiêêê, que saia justa, Biaaaa. Mais justa que a minha Versace, há, há, há. Aí complica, né!? Minha única referência de pobreza é a... Narcisa. Há, há, há, há.


- Ahhh Val, você continua dando essas alfinetadas nela, né! Vamos falar de pobre anônimo mesmo, de pobre raiz. Desses que, ao contrário da Narcisa, não gostam de assumir responsabilidades, nem de Chopin.


- Ahhh vá, Bia, a única ligação da Narcisa com Chopin é o nome do edifício dela, mas pelo menos ela paga em dia o condomínio de R$ 25 mil.


- Pois é, Val. Bonito esse seu gesto de elogiar a sua arquirrival. É por aí, mesmo. E você sabe por que ela assume essa responsabilidade? Por que ela paga o IPTU? por que ela paga a taxa de ‘day use’ do Copacabana Palace? Porque ela não está na rua. Melhor dizendo, ‘em condição de rua’.