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Pulando para o último capítulo.

No final descobre-se que Marielle Franco havia puxado o fio da meada e estava muito próximo de denunciar as relações entre um braço da milícia carioca, Jair Bolsonaro e seus filhos.

Às vésperas das eleições.

Por isso foi friamente assassinada; a mando de Fabrício Queiroz, com apoio operacional de Adriano Nóbrega e pelas mãos do ex-PM e também miliciano, Rony Lessa, vizinho de Jair Bolsonaro.

Como virou arquivo vivo, Nóbrega foi queimado mais tarde, em operação que envolveu novamente Queiroz, com a ajuda de policiais baianos e de advogados cuja missão, muito antes de defender o cliente, era saber de cada um de seus passos, seus humores, inseguranças ou tensões e delatar aos seus verdadeiros contratantes quando e onde Adriano estaria, caso o caldo estivesse prestes a entornar - ou a polícia estivesse na iminência de capturá-lo.

Queiroz acaba de escapar de destino semelhante.

Resta aguardar o seu depoimento revelador ou seu suicídio terceirizado; o que vier primeiro.

Como prêmio de consolação, ainda assistiremos à prisão da esposa: que sabe tudo e não leva nenhuma pinta de mártir de causa ideológica.

Ah, o porteiro do condomínio?

Depois da visita inesperada de uma turminha empunhando fuzis, AKs 47 e uma ponto 50 apontada para a cabeça de cada membro da família, meus amigos, até eu, que sou bem engraçadinho falando no interfone, digo que me enganei, peço desculpas e apago correndo este post.

Era isso.

Desculpem o spoiler.

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