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Quase feliz.

Você também já espremeu sua Netflix até quase a última gota?

Já chupou o sangue do Prime, já se endividou com a Apple TV daqui e dos EUA, já tentou pela milésima vez checar se agora o Hulu abriu no Brasil, já olhou o fundo da caixa da HBO, do MUBI?

Então está na hora de tentar a série portenha Casi Feliz.

É quase muito boa.

Quase tanto quanto os filmes argentinos, em geral muito melhores do que as séries inexplicavelmente americanizadas deles.

Tem humor, porque é de humor.

E tem aquela dose de momentos de emoção verdadeiros que fazem a mistura perfeita dos longa-metragens dos hermanos.

Aquela coisa que faz você rir com uma lagriminha na ponta do nariz.

Quase isso, já que está mais para humor de cotidiano mesmo.

Acting naturalista, como eles fazem melhor do que ninguém na América Latina.

Personagens interessantes, sempre sem exagero ou afetação.

Entre eles, o principal, é co-autor da série: Sebastián Wainraich, bom ator, que faz as vezes de um radialista quarentão recém separado, pai de um casal na faixa dos 11 e 12 anos.

Pilar, a ex-mulher, é representada por uma gratíssima surpresa - ao menos para mim - já que é uma das cantoras mais cafonas da história da música (?) argentina: Natalie Pérez.

Preparem-se: ela também é linda.

Eu já estava quase escrevendo para recomendar a série aqui.

E nem percebi que estava quase terminando a primeira temporada.

No décimo capítulo, quase órfão, notei que acabou.

Então, se por um lado posso recomendar com segurança por já ter visto tudo o que estava à disposição, por outro fiquei quase sem nada para ver de novo.

Lá vou eu espremer mais um pouco o tubo.







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