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Ricardo Salles é filho de uma vaca com um porco.

Atualizado: Out 31

Bolsonaro é um pulha, um pústula: um furúnculo com pus.

Miliciano e genocida.

Os filhos dele são crápulas, ladrões, doentes mentais com sonhos autoritários que têm fetiche pela morte e prazer pelo ódio.

Micheque, que deve ter uma história no mínimo divertida quando era solteira, antes portanto de virar cúmplice (não no sentido romântico) do velho barrigudo e grotesco com quem ela amarrou o burro, levou 89 paus na poupança.

Paulo Guedes é um canalha indecoroso.

Tereza Cristina é uma vergonha para as mulheres, um desserviço à causa feminina: uma mulher que se presta a ficar ao lado de um boçal desfilando preconceito e palavreado chulo ante o olhar passivo e conivente dessa defensora de vaca – na Amazônia.

Damares, é uma anta nazista louca.

Até aquela tradutora de libras do canalha-em-chefe, não merece o prato que come.

Ganha a vida sem constrangimento, traduzindo em gestos indecentes os palavrões homofóbicos, machistas e podres de um presidente que não merece as calças que veste.

Mourão é um bosta.

Todos os generais que subiram no lombo sujo desse governo são capacho do capitão terrorista e, como tal, dignos de nojo.

Pazuello puxa a fila dos escroques chupa-sangue.

E Ricardo Salles?

Merece arder no fogo amazônico, comido – nos dois sentidos – por um crocodilo pantaneiro, tendo cobras lhe penetrando os orifícios mais recônditos de seu corpo repulsivo.

Merece ter a cara cínica estraçalhada por uma árvore em queda livre, derrubada por algum de seus comparsas, parasitas da sociedade, como o é ele próprio.

Ricardo Salles é corno.

É corrupto.

É um vagabundo, como aqueles apontados pelo Weintraub no STF.

É ladrão, peso morto, assassino.

Filho de uma vaca escrota com um porco bêbado.

E o Rodrigo Maia é o Nhonho.

Mas essa última parte foi escrita por um hacker.



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