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Rio x São Paulo

Atualizado: Ago 30

Tô de saco cheio desses paulistas bairristas me zoando, eufóricos com a situação política do Rio de Janeiro.


São cruéis, mas não é para menos. Moreira Franco, Garotinho, Rosinha, Cabral, Pezão, agora Witzel, e ainda com a probalidade de que o vice, Cláudio Castro, assumindo interinamente, caia ou vá em cana - ou ambas as coisas.


Com memória seletiva, não percebem que esses tristes personagens são apenas uma tênue sombra se comparados a abominável figura de Paulo Salim Maluf. Esquecem que ele, quando governador, nunca foi afastado do Palácio dos Bandeirantes. E nem do Palácio do Anhangabaú, quando prefeito.


No ranking das falcatruas, incluindo dinheiro desviado, irregularidades administrativas e multas, omitem que Paulo Maluf ainda é líder isolado por ter sido processado para repor R$13,9 bilhões aos cofres públicos. É como diz o funkeiro KondZilla, ‘o dinheiro está em São Paulo’.


No Rio, quem mais se aproxima dos malfeitos de Maluf é Sérgio Cabral. Mesmo tendo roubado muito, os R$4,1 bilhões perseguidos pelo MP na Justiça representam somente 1/3 do butim cobrado ao político paulista. Já os demais citados teriam que ser julgados nos tribunais de pequenas causas.


É mais ou menos o seguinte: os maus governantes do Rio têm a estatura de pickpockets. Maluf, a de um Peaky Blinder.



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